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Por uma causa nobre


George Clooney e o pai dele foram presos por “invadir” a embaixada do Sudão nos Estados Unidos. Tudo previsto e premeditado pelo ator que tenta chamar atenção para as atrocidades feitas pelo governo daquele país. Recursos para ajuda humanitária destinados à região sul do Sudão vem sendo desviados pelo governo e nunca chegam às mãos e às bocas de direito, denuncia Clooney. O governo sudanês  é acusado de negligência, corrupção, violência e morticínio do próprio povo. Não sou particularmente a favor da linha política defendida por Clooney, mas respeito, e muito, a ousadia e a coragem que ele vem demonstrando por uma luta que vale à pena ser lutada. Não é todo dia que fama é usada para levantar bandeiras nobres ou denunciar urgências trágicas. 


Obs: A foto foi emprestada daqui.

Lin, meu mais novo herói




Linsanidade é a nova febre nacional esportiva nos States; causada por Jerome Lin, o primeiro americano de origen asiática a fazer sucesso na Liga Nacional de Basquete (NBA). E tudo parece ter acontecido assim, num abrir e fechar de olhos, como num conto de fadas, mas essa trilha rumo à fama não foi tão fácil. Rejeitado numa Universidade popular da California, Lin foi aceito por nada mais nada menos que HARVARD, a Universidade de maior prestígio da América. Daí o recém-graduado e super aplicado estudante decidiu que o que ele queria mesmo era jogar basquete. Harvard pode abrir portas em quase todas as áreas de trabalho, não na área esportiva. E o menino prodígio foi rejeitado outras tantas vezes até conseguir uma chance num dos times de Nova Yorque. Conseguiu chegar ao banco de reservas e só teve chance de jogar pra valer quando um dos oficiais do time se machucou. Jerome Lin teve sua hora de estrela e desde então não parou mais de brilhar. Já bateu recordes maiores que os de Michael Jordan, dizem. A torcida nova yorquina tem ido à loucura por conta dele, sem falar nos fãs asiáticos, espalhados pelo mundo. Chineses, tailandeses, koreanos, todos de repente amando basquetebol, torcendo por Lin com demonstração emocional pra lá de differente do estereótipo asiático. Lin é também emocional, cheio de garra;  joga com paixão e despreendimento empolgante, contagiante. Que o diga a torcida. Até o presidente Obama anda elogiando o jogador em seus pronunciamentos. Lin foi transformado em ícone nacional e internacional da noite pro dia... E tem gente preocupada que o jogador substituído por ele tá se recuperando rápido demais e uma hora dessas vai ter que voltar pro time. E pensar que semanas atrás ele dormia no sofá do irmão. Agora tem apartamento próprio, sofá próprio, cama e até propostas de casamento. “Case comigo, Lin” é linha comum em cartazes espalhados nos ginásios em dia de jogo (pra não falar de propostas menos decorosas). Manchetes de jornais acham sempre um jeito criativo de usar o nome dele. Numa entrevista, ele diz, “nunca pensei que Lin podia dar origem a tanta palavra diferente.” Lincrível! E o legal é que ele continua o mesmo Lin de semanas atrás. Humilde, perseverante, dedicado. Tem gente comparando o novo astro da NBA com um outro de meus heróis favoritos, Tim Tebow. Ambos com a cabeça no lugar e sem receio demonstrar o que sentem, o que pensam, e no que crêem. Jerome Lin é mais um desses cristãos autênticos cuja fé e exemplo de vida são capazes de mover montanhas. 




Obs: A foto acima foi emprestada daqui.

Só mais um comercial... Dessa vez com um nenenzinho cheio de atitude... :)

A Barraqueira Internacional



De mulheres brasileiras fãs de futebol americano que eu conheça (jeito de falar), só mesmo eu e a Gisele Bundchen. Eheheheh... Casada com um dos mais renomados quarter backs da liga, a loira  mostrou-se entendida no assunto e demonstrou que sabe xingar muito bem em inglês. O que ela falou após o Super Bowl no domingo passado não pode ser traduzido neste blog família. Mas Gizzelle teve motivos, por assim dizer, família, para perder a compostura. Saiu-se em defesa do marido, que era atacado verbalmente por membros da torcida adversária, mas acabou ofendendo o time amigo. A língua afiada  de Gisele cortou dos dois lados. Custava ter mantido a boca calada e o salto no lugar ? Como diz o ditado: “Em boca fechada..." Pois é.

Obs: Tom Brady, o marido de Gizelle, é o quarter back (a estrela do time) dos Patriotas. O time era o franco favorito ao título esse ano, mas acabou perdendo. A foto acima foi roubada daqui.

Show E Bola


O Super Bowl é a grande final do futebol americano. Reconhecidamente o evento mais transmitido e assistido nos Estados Unidos.  Tão esperado que merece até título de feriado e comidas típicas. É um festival  de tira gostos, sanduíches,  salgadinhos, batata frita, biscoitos... Em consumo, a data só perde para o dia de ação de graças. Famílias inteiras se reúnem e se banqueteiam em frente à tela. Ricos e privilegiados vão ao estádio (pagando uma bagatela que vai de 2 a 4 mil dólares por um ingresso!). Mas quem dá show mesmo são os comerciais. Com tanta gente assistindo , não faltam empresas dispostas a pagar um alto preço para divulgar seus produtos.  30 segundos na tela podem custar mais de um milhão de dólares. E os comerciais, diga-se, brilham tanto ou mais que os gladiadores em campo. Companhias não economizam em recursos, tecnologia  e extravagância pra chamar a atenção. Há quem assista ao Super Bowl só por causa deles. Modéstia à parte, penso que muitas dessas superproduções perderiam de dez a zero para comerciais brasileiros de Os Melhores do Ano. Lembra da Parmalat? A empresa pode ter falido (faliu mesmo?), mas os comerciais ficaram pra história. E como no Brasil, animais e nenens são os melhores garotos propaganda de hoje e sempre. Publicitários espertos sabem se valer desses curingas que parecem hipnotizar o público, esbanjando charme e simpatia. Um exemplo é o comercial abaixo, estrelado por um cãozinho cheio de atitude. 



Meu primeiro natal com neve


 Os primeiros flocos  caíram  sobre minha cabeça em forma de tempestade.  Neve pesada e molhada, com flocos bem definidos. Era possível ver o formato de cada um antes de virarem água outra vez.  O clima não era  frio o suficiente pra  manter os flocos congelados e unidos. Mais uns dias e, enfim, neve como nos desenhos animados. Uma brancura cobrindo  todas as imperfeições da paisagem. Tapete espesso  e imaculado.  Parece glacê de bolo de casamento. Não foi à toa que Davi comparou neve com pureza. Nem Omo pra produzir um branco tão branco.  E a criançada adora ir lá fora e fazer boneco de neve, anjo de neve, bola de neve pra jogar nos outros, e por aí vai. Uma delícia se você decide só olhar, do lado de dentro da janela, com aquecedor ligado. Se não resistir à tentação de fazer o mesmo terá, como eu, 2 minutos de diversão e 10 de congelado arrependimento. Frio é como lâmina atravessando  todas as barreiras  que a gente veste até  tocar os ossos e os sinos do cérebro.  Uma dor doída que se recusa a passar. E quando passa  é sinal de que os nervos congelaram  e o corpo adormeceu. E olhando aquela turma lá fora horas a fio me convenço de que nervos e sensos se desenvolvem com a idade.  Lembro de ter escrito algo parecido tempos atrás e, como preguiça me previne de fazer um texto novo, segue o velho outra vez.




Sindrome de Insensibilidade Climática

No meu tempo de Brasil, cheguei a conclusão de que moleque não sente calor. A turma perto de casa passava o dia naquele sol de escaldar e de fritar empinando papagaio, jogando futebol nos campinhos de terreno baldio  e correndo atrás de confusão. Um bando de curumins imunes ao sol. Do outro lado das Américas penso que a molecada também sofre de insensibilidade climática, invertida.  O termômetro marca 10 abaixo de zero, a gente mal consegue atravessar os três metros que vão do estacionamento à porta de casa  e a turminha tá lá, há duas horas no quintal escorregando em tampa de lixeira, fazendo  bonecos, movimentando braços e pernas na neve pra fazer anjinho, fazendo guerra e correndo atrás de confusão. Tenho a impressão de que a síndrome se cura em algum ponto entre a adolescência tardia e a fase adulta. Mas alguns poucos não se curam.

Virando picolé

Depois da tempestade...















Vêm os acidentes...

Adeus por antecipação


Já estou com saudades dessa brancura sem fim. É frio de doer, mas é tão bonito. Depois de amanhã, neve talvez só em alguns anos. Na Inglaterra a curta temporada de neve já passou. Interessante é que durante anos não nevava por lá. Muitas crianças inglesas ficaram tão surpresas quanto eu ao ver neve pela primeira vez. Mas durou pouco. Bom pra eles. A volta pros E.U.A. acontece quase no verão e aí a gente desmonta acampamento rumo à Jamaica, onde neve só mesmo de algodão, como a gente costuma fazer no Brasil em tempos de natal. Foi bom. Duas coisas que não fiz e talvez não tenha tempo de fazer antes da viagem: Boneco e Anjinho de neve.

De malas prontas!

As malas estão prontas desde a última terça-feira. Já foram pesadas e revistoriadas uma dezena de vezes... Nenhum ml a mais de shampoo, nenhum mapa a menos, e uma extensa lista de atividades planejada e projetada para os próximos dois meses que prometem ser os melhores dessa temporada de viagens. Duas semanas na Inglaterra, 1 mês inteiro na India e mais duas semanas na Escócia. Daí que fazer malas pra dois climas completamente opostos em doses intercaladas não é tarefa fácil. Roupas de frio na mala preta, roupas de calor na mala vermelha, suplementos alimentares, itens de higiene e de primeiros socorros plastificados e bem separados, uma longa dose de encomendas feitas por gente de três países e ainda tem que sobrar espaço para sapatos e livros. A equação foi resolvida depois de muito esforço mental e físico. Já tentou fechar uma mala contendo o dobro de volume permitido? O mais preocupante, porém, era o peso, e este, milagrosamente consta abaixo do estimado.

Museu Abraham Lincoln

O que mais me encanta na biografia de Lincoln é o que pode ser lido nas entrelinhas do rosto pintado e recriado por artistas diversos. Tristeza, não depressão. Sabedoria, não arrogância. Compaixão em vez de austeridade. E paciência, muita paciência. Um caráter moldado pelo sofrimento e pela força de vontade desde os primeiros anos de infância desse homem sem religião declarada que demonstrava ter muito conhecimento de Deus.










Em 1858 Abraham Lincoln tentou ser eleito como senador mas foi derrotado por Stephen Douglas.Inimigo político e, a meu ver, pessoal.  E foi nessa batalha perdida que Lincoln ganhou renome e respeito. Dois anos depois ele seria eleito presidente num dos processos eleitorais mais dramáticos dos Estados Unidos, na fase mais dramática do país. Estados do Sul sequer tinham o nome dele na cédula de votação. O discurso abolicionista de Lincoln e o sistema econômico baseado na mão-de-obra escrava não combinavam. O Norte, com economia mais forte e menos dependente de escravos, apoiava o presidente. Daí veio a guerra civil. Milhares de mortes num episódio que dividiu famílias e alistou meninos soldados. Quase cinco anos sob pressão social e política. E sob pressão você mostra quem realmente é. Lincoln mostrou-se um exemplo de líderança e humanidade (no bom sentido do termo).



Lincoln e eu.

Residente e Permanente!

Depois de uma noite não dormida e muitas preocupações passadas, a manhã sorridente, fácil e bem sucedida no departamento de imigração. O mau tempo sem claridade, a minha sonolência e o nervosismo do meu marido conspiravam contra nós, mas a entrevista foi tão rápida que nem chegou a doer.
Tudo começou com o juramento de só falar a verdade, nada mais que a verdade, sob pena de cadeia em caso contrário. De pé, em respeito à bandeira e aos Estados Unidos (e eu que entrei e já fui logo sentando na primeira cadeira que me apareceu pela frente). Nenhuma das perguntas estudadas caiu no interrogatório (como em prova de vestibular...a propósito, ainda existe vestibular?). Decorei datas de aniversário, nomes completos e locais de nascimento à toa. Em vez disso, perguntas sobre minhas intenções e planos sobre prostituição, sequestro, terrorismo e poligamia. Usei todo o meu Inglês pra dizer "no" durante a maior parte da entrevista.
Da montanha de documentos e provas de que nosso casamento não é uma fraude, a oficial de imigração selecionou e arquivou uns poucos papéis sobre histórico bancário e todas as quase 100 fotografias impressas via Wal-mart um dia antes. Pensei que era só pra olhar, não pra ficar de vez. Saímos sem álbum mas com um novo selo no passaporte e dois rostos estampados com um sorriso de orelha a orelha.

Numa fria

Pesca de inverno. Há quem faça isso por prazer. Loucos e masoquistas a gente encontra em todo lugar. E pra exercer essa atividade é preciso dominar a técnica de andar sobre a água. Se aprender rápido e sem quedas, é possível dirigir sobre a água e mesmo morar sobre a água por alguns dias. Com tudo congelado, a maior dificuldade é conseguir ficar em pé sem uma bela escorregada, que em alguns casos pode ser fatal (o sujeito pode quebrar o pescoço numa queda de mal jeito, ou pior, pode quebrar o gelo e experimentar o mergulho da morte). Botas especiais, precaução e o mínimo de instinto de auto-preservação ajudam. Alguns decidem ir até o meio do lago dirigindo. Os mais experientes (e inteligentes) só dirigem quando há certeza de que a placa de gelo tem pelo menos um metro de espessura. Os pescadores compulsivos levam barraca, banquinho, cama e aquecedor. A pesca pra esses dura no mínimo dois dias seguidos. A técnica é simples. Com o auxílio de uma máquina, eles fazem um buraco no gelo de mais ou menos 80 cm de diâmetro, daí é só sentar no banquinho e esperar com um arpão em mãos. Alguns voltam pra casa com belos troféus, outros voltam com belas experiências e outros infelizmente não voltam, porque nem sempre é dia de pesca e dia de pescador por aqui costuma ser trágico.

Síndrome da insensibilidade climática

No meu tempo de Brasil, cheguei à conclusão de que moleque não sente calor. A turma perto de casa passava o dia naquele sol de escaldar e de fritar empinando papagaio, jogando futebol nos campinhos de terreno baldio, correndo atrás de confusão. Um bando de curumins imunes ao sol. Desse lado dos States, penso, a molecada sofre da mesma insensibilidade climática só que invertida. O termômetro marca 10 abaixo de zero, a gente mal consegue atravessar os três metros que vão do estacionamento à porta de casa e a turminha tá lá, há duas horas no quintal escorregando em tampa de lixeira, fazendo bonecos, movimentando braços e pernas na neve pra fazer anjinho, fazendo guerra e correndo atrás de confusão...Tenho a impressão de que a síndrome se cura em algum ponto entre a adolescência tardia e a fase adulta, mas alguns poucos não se curam.

Pé na estrada...com muito cuidado.

Nesse inverno nevado, dirigir é uma perigosa aventura. O gelo forma uma fina camada no asfalto... Suficiente pra deixar tudo lisinho, lisinho... Uma escorregada e... era uma vez um carro perfeito. Não é raro ver polícia e 911 se aglomerando em mais um local de acidente, que, geralmente, não é muito grave (dependendo de como vc analisa a situação, eu considero a gravidade pelo número de mortes). Dia desses um caminhão cheio de carga (desconhecida por mim) bateu no pilar de uma ponte. Foi um tormento pra motoristas desavisados cujos carros formaram um engarrafamento de quilômetros. O caminhão ficou em desgraça, a carga foi perdida, a ponte partiu e o trecho foi obstruído, mas milagrosamente, o motorista saiu vivo e tecnicamente inteiro.

Além do gelo, o nevoeiro que se forma por dias a fio, dificulta a visibilidade e por alguma razão me faz lembrar das estradas empoeiradas da Amazônia. Mas o asfalto é bom, as estradas recebem manutenção diária (com gente e máquinas retirando a neve e o gelo) e a paisagem, quando visível, é de uma brancura que acalma. Parece propaganda de sabão em pó. E quando o sol decide aparecer, tudo fica ainda mais claro e brilhante. Bonito, muito bonito de ver, e, olhando assim do lado de dentro do carro, sem a sensação de frio abaixo de zero, parece mais um agrupamento de dunas de areia em alguma praia perto do mar.

Um passeio pela Tv Americana



 A novidade é que não tem muita novidade. Eles fazem tecnicamente o mesmo e com a mesma tecnologia... Mudança de dvd pra cartão em andamento (o diretor do departamento de tecnologia ficou impressionado quando eu disse que a gente já tava fazendo isso em Santarem, láaaa na Amazônia), trabalho em dupla (repórter e cinegrafista, raramente um assistente porque eles dizem que 3 é demais), produção de pautas, repórteres reclamando ou mudando as pautas por conta própria, gravação em estúdio e apresentações ao vivo, apresentadores fazendo a maquiagem e penteando os cachos por conta minutos antes da apresentação, repórteres chegando com notícias de última na hora da apresentação, esses detalhes que fazem o estress e a adrenalina do jornalismo... Talvez a maior diferença seja o salário...E olhe que as reclamações são as mesminhas.


A gripe

Falando em contágio, todo mundo por aqui me diz pra ter cuidado com a gripe suína. Não sei como vão as coisas no lado sul das Américas, mas a doença passou de estado de alerta nacional a fashion e de moda a quase comum a todos por aqui. A primeira vez que encontrei uma pessoa que já havia sido infectada pela nova gripe tive vontade de pedir um autógrafo, porque, afinal, era coisa que todo mundo falava,mas que ninguém de fato parecia ter visto. Mas daí veio a normalidade e agora andam dizendo que a gripe comum mata mais que a versão suína. Há postos de vacinação nas lojas e supermercados. Eu é que ainda não tive coragem de tomar mais uma agulhada e por enquanto, mesmo com as drásticas diferenças climáticas, nem gripe, nem resfriado pra fazer charme.

O clima

Eu aqui nesse friozinho nevante tentando achar um site de notícias que me conte mais sobre o clima no Brasil. No Sul, chuvas e alagamentos. No norte o tempo é ameno, mas as notícias são tempestuosas, como no resto do país...Tráfico de drogas, exploração ilegal de madeira e coisas do tipo. No Distrito Federal processo de impeachmant correndo e mais mensalões (a vez dos democratas... outra vez). E em meio ao mau tempo de corrupção que se alastra e contagia, uma lição de honestidade, vinda do interior de Brasília (quanta ironia). Uma passadeira de roupa acha 4.500 reais em frente de casa e decide devolver. Queria que bons exemplos tb fossem contagiosos.

Neve... 2!

Hoje de manhã... com a maior cara de bolacha de tanto sono... Da janela da cozinha, uma vista panorâmica do quintal... branquíssimo de neve...
E pra colorir o cenário, um esquilo esperto, à procura do café da manhã... só ele e eu pra arriscar uma saída nesse frio de lascar...