A mídia internacional mostra as cenas chocantes de palestinos que perderam casa, bens e filhos no contra-ataque israelense à Faixa de Gaza. E o mundo todo se volta contra Israel e diz: "Que coisa feia! Isso não se faz!" O que a mídia não divulga é que Israel vem sendo bombardeado pela Faixa de Gaza desde sempre. Queria ver só se a Argentina se atrevesse a jogar uma bomba em território brasileiro, ou se o México decidisse abrir o caminho a bala nos Estados Unidos. A tolerância de Israel é impressionante. Mais impressionante ainda, o fato de o mundo achar essa tolerância normal. Em menos de uma semana (desde 14 de novembro) mais de 660 mísseis vindos da Faixa de Gaza atingiram solo Israelense. Um deles atingiu a área de ocupação palestina (West Bank) (fogo amigo?). Quarenta e cinco por cento da população Israelense são alvo de alcance desses mísseis, sem contar que Hamas tem obtido tecnologia suficiente pra alcançar Jerusalem e Telavive. O estrago só não é maior porque Israel paga caro pra manter um escudo invisível chamado "Iron Dome" (Doma de Ferro). Equipamentos detectam mísseis em área israelense e um míssel é disparado para conter e explodir o míssel inimigo no ar. Cada disparo é uma fortuna, então a defesa só utiliza esse recurso quando há certeza de que o míssel inimigo vai atingir áreas populadas ou com risco de prejuízos maiores do que o de um contra-disparo. Detalhe, os mísseis explodidos não são contados como atingindo solo israelense. O sistema, ainda que avançado, não é isento de faltas. Muitas vidas têm sido perdidas. Não há notas e protestos quando famílias israelenses perdem casas, bens e filhos por conta das atrocidades do Hamas. Quando crianças palestinas são atingidas e mortas por ataque israelense é sempre uma tragédia pra população palestina, pra o mundo, e pra Israel. Todos lamentam e a defesa israelense é a primeira a manifestar pesar. A morte de crianças israelenses, no entanto, é celebrada nas ruas como vitória palestina. Mas essa diferença rampante, claro, também não está no foco da mídia.
* Informações e números obtidos no canal Fox News, em uma entrevista com o ex-embaixador israelense Gillerman.
Muçulmanos declaram guerra contra o planeta, fazem do terrorismo forma legal de retaliar, dizem escancaradamente que querem destruir Israel e quem quer que se atreva a defendê-lo (Os Estados Unidos são o segundo alvo favorito) e ainda assim governos mundiais e a mídia parecem mesmerizados, quase que aprovadores desse sistema em que fanatismo religioso e perversidade formam uma mistura perigosa. O engano está em pensar que só uma pequena facção da seita é extremista. O Hamas não é pequeno e não é apenas uma facção. Não há pacifistas no sistema islâmico. "Guerra Santa" contra os infiéis é prescrita e aplaudida nos anais do Alcorão. No final das contas, ou se é muçulmano, ou se é inimigo que deve ser conquistado ou destruído. O plano de "paz" para o Oriente Médio que os extremistas (todo o mundo islâmico) tanto querem é o de acabar (destruir, aniquilar, da forma mais cruel possível) com uma nação inteira (Israel) e daí seguir com o projeto de "Pink e Cérebro" de conquistar o mundo. Tal "ideal" não é secretamente ansiado, mas abertamente propagado em TV e internet. Na abertura da assembléia das Naçoes Unidas, o presidente iraniano se referiu a Israel como um distúrbio que acaba sendo eliminado. Mahmoud Ahmadinejad e toda a comunidade islâmica não reconhecem a existência do Estado Judeu e dizem que o holocausto ( causado por outra nação inteira mesmerizada por um ditador) nunca existiu. A resposta do resto do planeta a esse absurdo: "esse iraniano fala demais." O problema é que se o projeto nuclear iraniano continuar, as ameaças não vão ficar só na fala.

A milícia islâmica inicia essa bagunça toda que está acontecendo no Líbano e querem fazer os judeus de bode expiatório outra vez...
O campo de concentração que entrou para a história como sinônimo de genocídio foi invadido no dia
27 de janeiro de 1945. As tropas do exército vermelho chegaram ao local tarde demais para os mais de 1 milhão de judeus já sacrificados. Vítimas para quem o salvamento não chegou.O anti-semitismo, exposto em letras garrafais, tintas de sangue nesta página negra da história da humanidade, poderia ter morrido com ela. Mas ressurge cada vez mais forte, mesmo nas palavras de
quem proclama a paz. Vale a pena verificar os arquivos de Nuno Guerreiro sobre o assunto, particularmente o ensaio entitulado "
Novo Antisemitismo? As novas faces do ódio mais antigo do mundo". Eis aí o "cálice de tontear todos os povos" de que nos fala Zacarias, para o qual o mundo se volta atônito. E não há explicação humana pra isso.