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| Tumba (mastaba) de Ptah Hotep |
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| Djoser Complex |
De Abusir, percorremos uns 5 km até Saqqara, uma das maiores e mais impressionantes necrópoles egípcias.
No local há 16 pirâmides conhecidas e umas dezenas de mastabas (construções retangulares que antecederam o formato de pirâmides das sepulturas reais). A pirâmide de Netjerykhet Djoser (em formato de escada) é a estrela do sítio arqueológico. Outros imponentes monumentos estão por toda a parte. Nem querendo muito seria possível percorrer e explorar tudo num só dia. O brilho do sol refletindo na areia aumentava a sensasão de calor e eu que esqueci os óculos escuros, mal podia manter os olhos abertos. Uma a mais desculpa pra desistência antes mesmo de tentar. Curiosidade e espírito aventureiro provaram ser maiores e mais fortes, no entanto.
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| Dentro da Piramide de Teti |
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| Ao lado da tumba de Teti |
A maior parte das pirâmides estava fechada para o público, o que de certa forma resolveu o nosso problema de escolha sobre o que priorizar e o que deixar de fora. Tiramos fotos dos lugares fechados e fomos em busca das sepulturas com acesso permitido. Ofertas de “guias” nos eram feitas a cada minuto. A instabilidade política no Egito tem esmagado o turismo no país, e turismo é a segunda maior fonte de economia egípcia (a primeira é o canal do Suez). Com tal desastre econônico, a situação financeira de muitos é crítica. Os poucos turistas são fortemente disputados por uma multidão de vendedores, mendigos, “guias amadores” (quase sem nenhum conhecimento de inglês e muitas vezes sem conhecimento real dos parques arqueológicos). Muitos deles são crianças e é difícil não ter o coração quebrado quando se vê meninos e meninas debaixo daquele sol escaldante e de calor seco implorando por trabalho, qualquer que seja. Compramos um livro e entramos na primeira pirâmide aberta que encontramos (mais pelo calor do que pela curiosidade científica). A temperatura dentro da pirâmide era sensivelmente menor, um alívio! Só depois descobrimos que estávamos na pirâmide de Teti, primeiro faraó da VI Dinastia. Uma longa escada pirâmide abaixo nos deparamos com um corredor ligando pequenas câmaras a um quarto maior onde só o sepulcro de pedra e granito marcam o lugar de onde o sarcófago foi tirado. As câmaras menores eram onde os tesouros e mantimentos do rei tinham sido armazenados. Encontramos um arranjo similar em uma das pirâmides menores de Giza.
Na saída, observamos que a escada rumo acima nos parecia bem mais longa. Não muito longe dali, alguns guias nos prometiam mostrar um tesouro escondido ou proibido... Mas essa história eu deixo pra depois.
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| Entrada da pirâmide de Teti |
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| Netjerykhet Djoser Complexo. A pirâmide estava sendo restaurada. |
Decidimos explorar os ancestrais das piramides de Giza e alguns de seus sucessores. Começamos com relativamente nova Abusir, necrópole da Dinastia V (2994-2445 A.C.). O parque arqueológico estava fechado para o público. Ainda assim, a gente tentou tirar umas fotos do lado de fora e os guardas (armados) queriam que a gente pagasse pelas fotos. É nessas horas que a gente começa a falar em português . O complexo tem sete pirâmides concluídas e as fundações de uma que nunca foi acabada. De longe, a gente só conseguia ver os 3 maiores monumentos. O nome antigo de Abusir se refere a Osíris, deus dos mortos e da ressurreição na mitologia egípcia. O egyptologista Frank P. Roy diz que a qualidade do material utilizado nessas construções é inferior ao de gerações anteriores, o que revela certo declínio na economia e na influência do poder real do período.
Tava disfarçada de egípcia com o veuzinho pink.
O que seria o Egito sem as pirâmides do Egito? :) Seria ainda assim fascinante, mas não seria o mesmo com certeza. Considerada umas das 7 maravilhas do mundo antigo, a Grande (enorme!) pirâmide de Giza é a única dessa lista seleta listada
aqui ainda em existência. Foi construída pelo todo poderoso faraó Queóps. Tadinho. Ficaria num estado de nervos daqueles se descobrisse que o quase insignificante Tutancâmon é bem mais famoso do que ele na modernidade. Tudo porque os tesouros e até a múmia de Queóps não resistiram aos ataques dos caçadores de tesouro próximos de seu tempo. Provavelmente, a Grande pirâmide foi saqueada mais ou menos uns 800 anos depois da morte do soberano, bem antes de ser apresentada ao público moderno.
Como os demais faraós que o antecederam, Queóps acreditava ser deus. Acreditava também ser o favorito dos demais formadores do panteão egípcio. Os outros faraós tinham suas tumbas na base da pirâmide. Essa era a forma de representar que o faraó estava nos braços dos deuses. Queóps, que se achava o queridinho das divindades, quis sua tumba no alto da pirâmide e não exatamente no centro. Era a forma de ele dizer que estava no coração e não nas mãos dos deuses. Esse Queóps megalomaníaco...
A ponta da Grande Pirâmide sumiu. Dizem que era de ouro maciço. Dizem também que o restante do monumento era todo vestido de pedra sabão (um brilho só!). Uma das duas pirâmides menorzinhas ainda tem partes recobertas de pedra sabão. O reflexo da luz solar produz um brilho ofuscante. Fico imaginando aquele troço gigantesco com todo aquele brilho.
Muita matemática e engenharia avançada foram utilizadas na construção dessa maravilha. Tanto que até hoje cientistas não sabem dizer ao certo como foi que os egípcios fizeram pra por tanta pedra junta com tal simetria. Mais de 2 milhões de blocos gigantescos foram empregados. Os blocos de pedra variam de 1 a 2 1/2 toneladas de peso! Dizem os entendidos que a obra massiva levou cerca de 20 anos para ser completada com muito suor de cerca de 30 mil egípcios. Os trabalhadores não eram necessariamente escravos e sim voluntários que trabalhavam para conquistar a própria salvação já que acreditavam estar servindo a um deus. Eram escravos de uma (falsa) religião.
As duas pirâmides menores próximas a de Queóps são as de seu filho e a do neto (ou bisneto) que não quiseram ou não puderam fazer uma de igual estatura. O legal que, assim, de longe, elas parecem quase do mesmo tamanho.
Eu, meu amor e as pirâmides. Essa cara de cansaço se deve ao nosso amigo sol de lascar.
As fotos não fazem jus ao tamanho da GRANDE pirâmide. Só pra se ter uma idéia, seguem abaixo, algumas informações extraídas do site da revista mundo estranho da Abril.
TAMANHO É DOCUMENTO
Comparada com prédios e campos de futebol, a pirâmide sai ganhando
ALTURA - 147 metros
Equivale a - Prédio de 49 andares - o Copan, por exemplo, tem 140 metros
PESO DE 1 BLOCO - 2,5 toneladas
Equivale a - 3 Fuscas de 800 quilos
PESO TOTAL - 6,5 milhões de toneladas
Equivale a - 11,5 navios de carga carregados
ÁREA - 13 acres (52 598 m2)
Equivale a - 6 campos de futebol
Fotos: Ken Rathbun e Wal Nascimento.
Nesse inverno nevado, dirigir é uma perigosa aventura. O gelo forma uma fina camada no asfalto... Suficiente pra deixar tudo lisinho, lisinho... Uma escorregada e... era uma vez um carro perfeito. Não é raro ver polícia e 911 se aglomerando em mais um local de acidente, que, geralmente, não é muito grave (dependendo de como vc analisa a situação, eu considero a gravidade pelo número de mortes). Dia desses um caminhão cheio de carga (desconhecida por mim) bateu no pilar de uma ponte. Foi um tormento pra motoristas desavisados cujos carros formaram um engarrafamento de quilômetros. O caminhão ficou em desgraça, a carga foi perdida, a ponte partiu e o trecho foi obstruído, mas milagrosamente, o motorista saiu vivo e tecnicamente inteiro.
Além do gelo, o nevoeiro que se forma por dias a fio, dificulta a visibilidade e por alguma razão me faz lembrar das estradas empoeiradas da Amazônia. Mas o asfalto é bom, as estradas recebem manutenção diária (com gente e máquinas retirando a neve e o gelo) e a paisagem, quando visível, é de uma brancura que acalma. Parece propaganda de sabão em pó. E quando o sol decide aparecer, tudo fica ainda mais claro e brilhante. Bonito, muito bonito de ver, e, olhando assim do lado de dentro do carro, sem a sensação de frio abaixo de zero, parece mais um agrupamento de dunas de areia em alguma praia perto do mar.
Dois meses e meio na terra do tio Sam, cinco Estados percorridos, Mississipi atravessado 6 vezes, 2 vezes o Missouri, uma extensa ( e intensa) lista de atividades a cumprir e nenhum tempo pra curtir a casa nova... A última visita ao lar foi há quase um mês e durou 17 horas. Só o tempo de por mais roupa na mala e seguir viagem. Imagens novas, pessoas novas, línguagem nova, novas aventuras, novo estilo de vida, novas experiências de vida, de cores e sabores ... Mas aí, pra que o tempo passe e voe e tudo continue numa boa, vale ter uma boa dose de organização e planejamento (com as malas) e esses são itens em falta no meu vocabulário. Daí que o que a gente não quis aprender com doces conselhos de mãe e de pessoas mais avisadas, desce amargo com as cabeçadas que a vida te dá. Algumas lições aprendidas a partir de observações da vida real (a minha):
Malas grandes e carros pequenos não combinam...
Malas pequenas também podem representar excesso de bagagem, principalmente se estão vazias, só ocupando espaço já em falta.
Mesmo fazendo muita força, duas malas não podem ocupar o mesmo espaço. Isso você geralmente aprende na 5ª série.
A bagagem não se resume a roupas. Há itens essenciais a serem postos na lista, entre eles, escova de dentes e secador de cabelos.
Secador não é uma frivolidade quando vc corre o risco de congelar o crânio.
Mesmo que esteja fazendo um frio de lascar você não precisa de 10 casacos pra uma viagem de uma semana.
O frio de lascar é sempre um risco ainda que o sol brilhe lá fora dizendo pra você que tá calor. Então, PONHA AS LUVAS NO PORTA-LUVAS que é lugar certo, seguro e fácil de achar.
Pra ser útil, a lista de atividades ( e de itens de bagagem) que vc num esforço surpreendente conseguiu elaborar, não pode ir parar na lista de itens perdidos.

"Ide por todo o mundo e tirai muitas fotos"... O versículo é apócrifo, mas é um dos mais praticados por missionários e viageiros de plantão. Das viagens ficam as boas lembranças e as imagens que ajudam a refrescar a memória. Essa aí é em frente 'a catedral de Brasília, uma das muitas engenhosidade de Oscar Niemeyer presentes na capita brasileira. A propósito, se tudo der certo e Deus permitir, muitas fotos serão tiradas no meio do ano na Argentina....
Lotado, não, apertado, apertadíssimo. Penúltima cadeira da última fileira do avião. Do lado direito uma senhora cheia de sacolas. Do lado esquerdo um senhor cheio de barriga. E lá estava eu sem poder mexer os braços outra vez. A senhora da direita não para de se mexer. O senhor da esquerda não para de fungar como se tivesse algo entalado no nariz. Pior foi quando ele começou a fazer aquele barulhinho irritante da língua nos dentes, querendo tirar o resto do almoço ou do jantar que ficou preso em algum canto. À minha frente, um bebezinho começa a chorar. O vôo está atrasado uns 30 minutos e nem todos os passageiros estão acomodados ainda. Lembro de tentar pegar um livro da bolsa. Não dá. A bolsa está presa com outras bagagens em cima. A senhora da direita aquieta. Puxa um livro de uma das sacolas. Invejo. O senhor da esquerda continua fungando e fazendo o barulho da língua nos dentes ou vice-versa. Passam-se alguns minutos que parecem uma eternidade. Se eu puxar conversa com este senhor, talvez ele pare de fazer o barulho- penso. Mas aí vou incomodar a senhora da direita. E quem se preocupa com o meu incômodo? Pondero. Viro pro lado e tento ler o livro dela. Duke e Paul estão conversando. Tem alguma coisa que custa 20 dólares... Que raio de livro é esse? Tem a capa azul... Um dos dois diz : Fica frio, cara.... Ela vira a capa do livro e consigo ver o título: O Guardião de Memórias. Que interessante. Por uns instantes mágicos eu esqueço que aquele senhor está ao meu lado fungando e fazendo aquele ba-ru-lho. Um outro barulho familiar é ouvido, acompanhado da frase mecânica: - "Tripulação preparar para a decolagem". O comissário informa que a viagem é de aproximadamente uma hora e trinta e cinco minutos. Tenho vontade de me jogar pela janela e nem estou perto de uma. Tento calcular mentalmente essa eternidade em segundos. Cinco mil e setessentos, talvez...Mais pra 8 mil e alguma coisa. A cabeça começa a doer. O senhor da esquerda começa a tossir. Minha irritação se transforma em dó. Um acesso de compaixão tão profundo que eu tenho vontade de chorar. A criança da frente chora baixinho. E de repente os barulhos ficam distantes, distantes... Acordo em Curitiba, com o aviso da comissária para não esquecer pertences a bordo.

O retorno deveria ser mais calmo. E foi. Ao menos uma parte do trajeto. Fiz minhas malas no domingo 'a noite depois de mais um passeio pela orla. No aeroporto meu irmãozinho insistia em brincar com o carrinho de bagagens. Despedidas. Choro. Riso. Um último telefonema. Calmaria. O avião estava agradavelmente espaçoso, quase exclusivo e eu pude ocupar 3 poltronas! Ver Santarém de cima é sempre um espetáculo que me causa boas impressões. Em Belém, tempo bom, poucas nuvens. Depois muda. Aí vem a chuva da tarde... Um passeio pela cidade tumultuada e de trânsito louco. Entrevistas para o livro. Descanso num quarto escuro. A terça-feira começa 'as 9 da manhã. Banho e café. As histórias engraçadas da Mary. As gatas espaçosas da Mary. Passeio por uma rua desconhecida. Chego a uma feirinha de produtos regionais. Começa a gingana de procura por presentes. Polpa de cupuaçu, doces, compotas. Nada. Belém, de repente, me parece sem sabor paraense. O jeito é levar in natura. Dois cupuaçus gigantes que vão me acabar com as costas até Brasília. Mais alguns trequinhos regionais e está pronta a bagagem. Tudo certinho a tempo de aproveitar o almoço caprichado da Vera, filha da Mary. Agora é aguardar o próximo voo. Não antes de ser esquecida pelo motorista e ter de pegar um outro carro 'as pressas. Deu tempo. Tudo se encaminha para um desfecho feliz. De Belém a Brasília são mais 2 horas e alguns minutos. Vou de janelinha, com o espaço conveniente de uma poltrona para o outro passageiro. Aí vem o tédio. A revista já foi lida de trás pra frente, o lanchinho do avião já passou... O jeito é puxar assunto e ter cara de sandália pra pedir uma folha de jornal ao passageiro mais próximo. Ele é gentil. Deixa os jornais e revistas na poltrona vaga de maneira a ser compartilhado por nós dois. Oficial da marinha mercante, cheio de saudades de casa; a namorada também chama Val, de Valéria. E lá vou eu para mais uma aventura de uma noite e um dia.
Voe Gol, voe enlatado e sinta-se uma sardinha. Foi assim meu retorno a Santarém. É que as passagens promocionais aliadas 'as festas de fim de ano fizeram com que aqueles 737-800 ficassem com jeito de ônibus interurbano em via estadual. De Curitiba a Brasília viajei ao lado de dois engravatados que iam 'a capital brasileira a negócios. E como eu também sei ser política, fizemos um acordo de boa convivência durante aquelas horas intermináveis. Quando eu colocava os braços no descanso da poltrona os dois, gentilmente, retiravam os seus. Depois era a minha vez de ficar encolhida sobre a poltrona para que os cavalheiros tivessem o seu tempo reservado. Nenhum papel precisou ser assinado. Foi algo intuído no plano do conteúdo. Mas dois pestinhas posicionados nas poltronas da frente não tinham o mesmo espírito conciliatório. A Marta (até hoje eu lembro o nome - traumas são bons para a memória) devia ter uns 6 ou 7 anos de energia pura e acionada. O irmão mais velho uns dois anos era menos irrequieto. Mas ambos decidiram fazer dos assentos cama elástica e pulavam, pulavam até que o pai decidisse intervir. Primeiro era: - Filho, senta. E ele sentava. Depois: _ Filha... - e nada. Outra vez: _ Filhinha, comporte-se. Nem sinal de ter sido compreendido. Mais uma: Marta... Marta... MARTA, SENTA. E nada... a menina era um furacão em atividade. Uma hora ela virou pra mim e deu um sorriso maroto. Eu olhei pra ela com ar de reprovação. Ela me mostrou uma grande e vermelha língua. Eu tive que sorrir. Para ajudar a Marta tinha um bebezinho oriental que só calava quando o pai levantava e caminhava com ele pelo corredor, de uma ponta a outra... Foram as duas horas mais longas da minha vida. Daí veio o descanso e o turismo rápido em Brasília. Falo sobre isso depois. Então veio a parte dois da viagem. De Brasília a Belém são pouco mais de duas horas sem escalas e dessa vez eu fui no corredor. O personagem mais pitoresco foi uma senhora grande, bem grande, com uma quantidade imensa de sacolas maiores do que ela... Foi engraçado ver como se acomodava na poltrona e dava aqui e ali um risinho nervoso. A viagem foi tranquila, apesar do aperto. E daí eu fui promovida ao nível 3 de provação em vôos lotados. Depois de enfrentar quase 10 horas de espera no aeroporto de Belém, o encontro com meus novos algozes. Uma bebê linda e indisciplinada de 1 ano e 8 meses e a irmãzinha de 2 e meio com o dobro de disposição para a tortura. Não deixou de ser engraçado ver como a molequinha colocou no bolso 3 aeromoças e 1 comissário de bordo pra permitir que lhe atracassem um cinto. A menina conseguiu se colocar embaixo das poltronas! Atrasou o vôo em mais 15 minutos por conta disso. Eu já havia entregado os pontos. Mais uma hora ou duas estaria em casa, finalmente.
DEIXA EU ME PREPARAR PRO PRÓXIMO VOO... POSTO MAIS ALGUMA COISA DE BRASÍLIA... Se chegar viva por lá...