É proibido dar palmada, mas se quiser, pode matar. Esse meu Brasil de contrastes medonhos. Essa versão moderna de hitlerismo que me arrepia. Minha opinião está sim pincelada por princípios (BÍBLICOS), mas vai além de religião. Um brinde ao mais forte, descarte o mais fraco. Essa é a ideologia repulsiva que se lê não nas entrelinhas, mas em letras garrafais (as letras da lei), tão nauseantes como as idéias de preservaçao da raça pura e aniquilação da raça judia que Hitler pregava. Novidade? Nada. Só voltar ao tempo dos romanos, em que a lei permitia a "exposição" de recém-nascidos por serem deficientes, mal-formados, ou por serem meninas. Penso nos abortos compulsórios na China por motivos igualmente fúteis. Penso nas milhares de garotinhas abortadas na Índia, onde, ultrassom é ilegal, pra evitar mais morticínio. Bebês inconvenientemente frágeis, impróprios, sem chance de sobrevivência no mundo idealizado por seus pais. Penso nas milhares de crianças potencialmente saudáveis que nunca chegaram a nascer por serem também um incômodo sofrimento (psicológico?) para os pais. E aí penso nesses nenens diagnosticados como anencéfalos. O termo que significa "sem cérebro" não faz jus as variaçoes da doença,* e ainda que o fizesse, não seria equivalente a "sem vida." Penso nas mães e simpatizo com a dor e com o sofrimento delas. Não simpatizo, no entanto, com a opinião de que aborto põe fim ao sofrimento. Penso por fim no meu sobrinho de pouco mais de um ano, com graves problemas cerebrais. Um menino amável impossível de não amar. E se ele tivesse nascido anencéfalo? Amaria, amaria, amaria. Tanto ou mais do que agora e sempre.
*Segundo
Relatório do Comitê Nacional de Bioética Italiano "
a anencefalia não é uma má-formação do tipo 'tudo ou nada', ou seja, não está ausente ou presente, mas trata-se de uma má-formação que passa, sem solução de continuidade, de quadros menos graves a quadros de indubitável anencefalia. Uma classificação rigorosa é, portanto quase que impossível"
Soube agora que o Chico Anísio morreu. Que dó. Quem vai substituir o professor Raimundo?

O modelo da foto acima (tirada no parque das Aves) me faz lembrar de um outro bicudo que conheci anos atrás no Centro de Animais Silvestres em Santarém. Lá fui apresentada a criaturas ilustres,
raras, em perigo de extinção, ou em momento de descoberta, e que me renderam boas
gargalhadas e reportagens interessantes. A memória mais extraordinária, no
entanto, me vem de um papagaio ordinário, de comportamento estranho. Numa das
imensas gaiolas do centro, ele era só mais um, camuflado no meio de outras
dezenas de bicudos da mesma espécie; traiçoeiro que nem ele só. Tratadores e
biólogo bem que tentaram me prevenir quanto ao caráter enganoso do empenado.
Eu, entre incredulidade e senso de preservação própria, decidi esperar antes de
arriscar. A gaiola se abre, entra o biólogo e nada acontece. Entra um dos
tratadores e tudo é uma calma só. Entra o repórter cinematográfico e os anfitrões
nem barulho fazem. Imagino um texto
rápido e uma passagem cheia de atitude dentro daquela gaiola. Não resisto a
tentação e aí, chega a hora da estrela. Mal ponho um pé na gaiola e o Zé
carioca do avesso é todo garras e bico no meu couro cabeludo. O cinegrafista em
vez de ajudar, continua filmando, filmando, sem noção do terror que
literalmente se afinca na minha cabeça. O indivíduo ainda se arrisca a me
sugerir que a matéria ia ficar show se a passagem fosse feita com o papagaio
ali mesmo. É nessas horas que a gente
conhece os amigos. O biólogo, mais humano, faz algumas tentativas de desatracar
o bicho que insiste em perfurar o meu
crânio. O tratador me olha com cara de “eu bem que avisei.” Depois de momentos
que me pareceram eternos, o bicho finalmente desiste de me assassinar em público e
vai parar no braço do biólogo. Calminho, calminho, nem parecia o espetáculo de
horrores de segundos atrás. O tratador não resiste: “Falei que o bicho num gostava de mulher.”
No canto
dos flamingos tem espelhos por toda a parte. Esta foi a forma encontrada pelos
biólogos para iludir as aves. Não é que os bichos adorem ver a própria imagem
refletida, é que eles se sentem mais protegidos vendo outros indivíduos por perto. Acostumados
a andar em bandos de milhares na natureza, os flamingos entrariam em pânico se percebessem
que o grupo se reduz a pouco mais de uma dúzia. Em posições estratégicas, os
espelhos multiplicam as imagens, produzindo a ilusão ótica necessária.



Do lado verde e amarelo, um espetáculo multicolorido chama a atenção. Quem vem às Cataratas vem também ao Parque das aves, que não é só parque, nem é só de aves. Tem jacaré, tem jabuti, tem cobra, tem até aranha caranguejeira querendo dar boas vindas aos visitantes. Uma, de tão animada, literalmente se jogou nos braços da turista francesa que passava ao lado. Pelo tom de voz da francesa, penso que a caranguejeira foi mal interpretada. Verdade é, no entanto, que as aves são esmagadora maioria. Tucanos, flamingos, emas e muitos outros de aparência e de nome exóticos, figuram entre os mais populares. Entre os mais populosos estão os papagaios e as araras. Os primos lideram a festa em número e decibéis. São os maiores barraqueiros do pedaço. Parecem estar sempre na feira vendendo, brigando, chamando a atenção. No meio do caos, um papagaiozinho bem brasileiro ganha notoriedade pelo inusitado comportamento. Calmo e dócil, ele se deixa afagar à vontade. Num instante e já tem fila de turista querendo tocar o bichinho. Parece treinado. Provavelmente foi. A maior parte deles foi resgatada do tráfico ilegal de animais silvestres. Muitos chegam em estado precário devido aos maus tratos. No parque, se não recuperam a liberdade, pelo menos recuperam a saúde e vivem em gaiolas bem maiores.
O papagaio mais estrela do parque
vista do lado brasileiro
As
Cataratas dos Iguaçu formam o segundo maior complexo de cachoeiras do mundo. Só
perdem pra Vitória Falls, na África. Foram eleitas uma das 7 maravilhas da
natureza em 2011. Nem precisava. O que é encanto não requer título. Beleza e força estão unidas nesta
majestosa criação divina. Não sei porque cargas d’água o ponto mais
arrebatadoramente mágico foram chamar de “Garganta do diabo”. Só pode ser coisa
de argentino. Argentinas são também as Três Virgens, que podem ser melhor
observadas do lado brasileiro. Aliás, argentina é a maior parte do platô banhado
por toneladas de água caindo, caindo, em
ritmo hipnotizante. Dói na alma, mas preciso admitir: O lado argentino é muito mais
bonito. Tudo bem, o brasileiro continua sendo o mais simpático e oferece
ângulos perfeitos pra fotografar. Fauna e flora são coadjuvantes do magnífico espetáculo
coroado de arco-íris. Jacarés (ou caimãs, como são chamados os jacarezinhos
argentinos de nariz curto) tomam banho de sol, a poucos metros das maiores
quedas. E eu me pergunto se são corajosos ou suicidas. Pássaros multi-coloridos dividem o espaço com
os menos atraentes urubus (de nacionalidade argentina, sugiro J). Há também um exército de quatis viciados em
comida de turista (Argentinos! Argentinos!). Tem placa por todo canto alertando que é proibido alimentar
os animais. Os turistas obedecem, mas os animais... Chegam sem cerimônia, ficam
sem ser convidados, assaltam bolsas e
lancheiras dos menos apercebidos e não se incomodam com os flashes da fama. Uns
matreiros sem-vergonha. Por pouco não me levam a merenda. Só não roubam a cena
das borboletas. Brancas, azuis, amarelas e pretas, como no poema da Cecília
Meireles, elas coroam as Cataratas num contraste harmonioso de força e
fragilidade.

vista do lado argentino
Jamaicanos adoram futebol brasileiro. A-do-ram. Quando digo que sou brasileira por essas bandas, eles desandam a falar e a perguntar (terror) sobre tudo e sobre todos envolvidos com bola no Brasil. Daí, quando digo que Futebol não é matéria realmente dominada por mim, eles me olham com cara de quem tá vendo um herege na frente.Se tento falar, passo vergonha. Então prefiro a técnica jornalística: em vez de responder, pergunto. E é com meus amigos jamaicanos que estou aprendendo um pouco mais sobre a religião Futebol no Brasil. Pelé e Sócrates, que não jogam há decadas, ainda são mundialmente conhecidos e reconhecidos. Soube dia desses que Sócrates se foi. O amigo Jamaicano que me deu a notícia tava com cara de quem tinha perdido um amigo. Descubro também que Ronaldinho só é considerado fenômeno de gordura e de preguiça, e que Kaká já foi o melhor jogador do mundo, mas que hoje o rei da bola é um argentino. Argentino? Pergunto entre incredulidade e estupefação. Deixo passar... Mais uns dias e retomamos a conversa. E lá me vem um pra me dizer que futebol brasileiro é isso e é aquilo, mas que não tá mais no topo. Os bonzões da bola do momento, diz ele com ar de entendido, são os argentinos. Desconversei pra não ficar irritada com o aprendiz de locutor esportivo. Posso não entender de bola, mas entendo de torcida. Perder o título de melhor do mundo, vá lá, que ninguém consegue ter tudo o tempo todo. Agora ser rebaixado pelos vizinhos hermanos...não há sangue brasileiro que não ferva.
Orgulho, sim. Egoísmo também e em muito maior escala. Orgulho, como advocam alguns, pode ter má e boa conotação, dependendo do objeto e da forma como se representa. Favoráveis e contrários à divisão demontraram ambos. Houve razões para aplauso por mostras de um orgulho... “bom”: orgulho de manifestar opinião (ainda que não própria); orgulho de fazer diferença; de dizer sim ou não mesmo que o outro tenha escolhido a opção oposta; orgulho de ser. E não foram poucas as manifestações errôneas e vergonhosas de orgulho insano, exagerado, exacerbado e cheio de excessos desnessários. Mas orgulho perde em feiúra e degradação para o famigerado egoísmo. Egoísmo camuflado de orgulho. Egoísmo em roupas de filantropia, em nome da união. Egoísmo de quem sabe que há perdas do outro lado, mas quem se importa? Farinha pouca, meu pirão primeiro. E eu ouço em reportagem nacional, em tom orgulhosamente egoísta, que a voz do povo foi ouvida. Que povo? A voz do povo que urge por mudança foi sufocada pela voz do povo que está bem como está. A capital se agita, festeja, “viva a união!”, “viva a anulação da mudança prometida e ansiada (não a nossa, a deles, claro)”. União? Egoísmo que se traduz no orgulho de não precisar dividir.
Futebol nunca foi minha paixão, especialidade ou interesse. Minha quase antipatia pelo esporte só muda de 4 em 4 anos por razões obviamente patrióticas. Sou brasileira fielmente apaixonada pelo país e não preciso entender de bola pra me unir à torcida e gritar goooooool! Não preciso aprender como xingar a mãe do juiz porque isso não se faz e todo mundo aprende a fazer sem ninguém ensinar mesmo. Não preciso sequer saber os nomes dos jogadores, basta lembrar a cor da camisa e tá tudo certo... eu acho. E deu tudo certo na torcida de estréia do Brasil na Copa esse ano. Dos super jogadores, só Kaká e Robinho eram criaturas mais ou menos familiares pra mim, os demais novos rostos eram diferentes o suficiente dos jogadores coreanos pra confundir. O único problema é que, como todos os demais patriotas, acredito religiosamente que o Brasil é a melhor seleção do planeta e desde que não entendo muito da matéria, minhas expectativas são nada realistas e quase nunca satisfeitas. Fico decepcionada se não tenho um legítimo motivo pra gritar "gooooooool!" ou pelo menos "quaaaaaase!" a cada cinco minutos de partida. Considero um insulto extremo se o time número 114 consegue fazer gol no meu time número 1. Que audácia! E eu que cheguei a gritar gol por um segundo, sem pensar na cor da camisa ou formato de rosto...Tudo bem, essas feridas no orgulho a gente supera, além do mais, time que ganha é sempre melhor do que time que empata ou perde.
Quem vive longe do país sabe bem o que é saudade e como a gente faz de tudo pra saber se vai tudo bem nesse Brasilzão de todos nós. Notícias boas me fazem encher a boca e o peito pra dizer "eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor..." e coisas assim... Notícias ruins me deixam triste. Mas certas notícias me deixam indignada, como o
caso da estudante que teria sido impedida de assistir a aula por estar usando roupa curta.
Houve um tempo no Brasil em que "Moral e Cívica" era uma disciplina encaixada na grade curricular. Em respeito à Bandeira e ao País, alunos cantavam de cor o hino nacional com as mãos no peito e a cara pro sol e nem pensar em boné na cabeça, o que era considerado severo desrespeito. Nas escolas públicas da minha cidade (Santarém), alunos entravam na sala de aula de uniforme passado e engomado. Excessão só mesmo em caso de extrema necessidade, geralmente no início do ano, quando os pais não tinham dinheiro suficiente pra comprar uniforme e material didático tudo ao mesmo tempo. Shorts e bermudas eram permitidos pra Educação Física que era em outro horário pra não dar confusão. E responder feio pra professor era caso de suspensão ou coisa pior. Daí que as escolas e o Brasil e o mundo vão mudando, mudando... O uniforme foi abolido há tempos... ninguem quer nem saber de vestir a mesma roupa todo-mundo-igual. Hino nacional só em tempo de copa e só aqueles três ou quatro primeiros versos, como é que é mesmo? Aula de boas maneiras? Responder pra professor? Que nada, bater em professor é que não é politicamente aceitável (ainda), sem brincadeira, nem exageros. A aula de moral foi pro beleléu e o respeito perdeu o lugar dentro e fora da escola... E quanto a roupas, bem, o aluno pode ir como bem quiser e entender. Cada um faz o que dá na telha. A estudante pode escolher a menor micro saia do armário pra assistir aula que tá tudo bem. Se professor reclama ou põe pra fora, é julgado e condenado por desrespeitar o aluno. E o respeito ao professor?
Eu aqui nesse friozinho nevante tentando achar um site de notícias que me conte mais sobre o clima no Brasil. No Sul, chuvas e alagamentos. No norte o tempo é ameno, mas as notícias são tempestuosas, como no resto do país...Tráfico de drogas, exploração ilegal de madeira e coisas do tipo. No Distrito Federal processo de impeachmant correndo e mais mensalões (a vez dos democratas... outra vez). E em meio ao mau tempo de corrupção que se alastra e contagia, uma lição de honestidade, vinda do interior de Brasília (quanta ironia).
Uma passadeira de roupa acha 4.500 reais em frente de casa e decide devolver. Queria que bons exemplos tb fossem contagiosos.
E emocionante....
E se Deus quiser e o mundo não acabar... em 2016 eu já estou lá!

"Ide por todo o mundo e tirai muitas fotos"... O versículo é apócrifo, mas é um dos mais praticados por missionários e viageiros de plantão. Das viagens ficam as boas lembranças e as imagens que ajudam a refrescar a memória. Essa aí é em frente 'a catedral de Brasília, uma das muitas engenhosidade de Oscar Niemeyer presentes na capita brasileira. A propósito, se tudo der certo e Deus permitir, muitas fotos serão tiradas no meio do ano na Argentina....

Em Santarém, quando alguém quer se matar procura um terreno baldio e uma corda... Aqui em Curitiba, os suicidas em potencial ou os aparecildos de plantão procuram um prédio bem alto. Essa aí, coitada, parece que tinha sido abandonada por um namorado, perdeu a razão de viver e o juízo e acabou dando muito trabalho para os bombeiros. A gente viu a movimentação toda e quando chegamos perto tinha um grupo animado gritando: Pula, pula! Povo quer ver espetáculo, não importa se é tragédia ou comédia... Eu prefiro fazer da tragédia uma comédia. Rir pode até não ser o melhor remédio, mas não deixa de ser um ótimo remédio... A propósito, a menina acabou não pulando, para decepção da platéia.
Lotado, não, apertado, apertadíssimo. Penúltima cadeira da última fileira do avião. Do lado direito uma senhora cheia de sacolas. Do lado esquerdo um senhor cheio de barriga. E lá estava eu sem poder mexer os braços outra vez. A senhora da direita não para de se mexer. O senhor da esquerda não para de fungar como se tivesse algo entalado no nariz. Pior foi quando ele começou a fazer aquele barulhinho irritante da língua nos dentes, querendo tirar o resto do almoço ou do jantar que ficou preso em algum canto. À minha frente, um bebezinho começa a chorar. O vôo está atrasado uns 30 minutos e nem todos os passageiros estão acomodados ainda. Lembro de tentar pegar um livro da bolsa. Não dá. A bolsa está presa com outras bagagens em cima. A senhora da direita aquieta. Puxa um livro de uma das sacolas. Invejo. O senhor da esquerda continua fungando e fazendo o barulho da língua nos dentes ou vice-versa. Passam-se alguns minutos que parecem uma eternidade. Se eu puxar conversa com este senhor, talvez ele pare de fazer o barulho- penso. Mas aí vou incomodar a senhora da direita. E quem se preocupa com o meu incômodo? Pondero. Viro pro lado e tento ler o livro dela. Duke e Paul estão conversando. Tem alguma coisa que custa 20 dólares... Que raio de livro é esse? Tem a capa azul... Um dos dois diz : Fica frio, cara.... Ela vira a capa do livro e consigo ver o título: O Guardião de Memórias. Que interessante. Por uns instantes mágicos eu esqueço que aquele senhor está ao meu lado fungando e fazendo aquele ba-ru-lho. Um outro barulho familiar é ouvido, acompanhado da frase mecânica: - "Tripulação preparar para a decolagem". O comissário informa que a viagem é de aproximadamente uma hora e trinta e cinco minutos. Tenho vontade de me jogar pela janela e nem estou perto de uma. Tento calcular mentalmente essa eternidade em segundos. Cinco mil e setessentos, talvez...Mais pra 8 mil e alguma coisa. A cabeça começa a doer. O senhor da esquerda começa a tossir. Minha irritação se transforma em dó. Um acesso de compaixão tão profundo que eu tenho vontade de chorar. A criança da frente chora baixinho. E de repente os barulhos ficam distantes, distantes... Acordo em Curitiba, com o aviso da comissária para não esquecer pertences a bordo.
Pra começo de conversa, fazia um tempão que eu não abria uma lata de leite condensado. Não sei como é que esse negócio ficou engatado na lata. Deu o maior trabalhão pra sair.
Taí. Pra ninguém dizer que foi um desastre total. O creme até ficou bonitinho. Quanto ao gosto eu ainda não posso dizer nada. Saí sem experimentar. Atrasada para mais um vôo, pra variar.