A tumba de Tutancamon foi descoberta intacta em 1922 no Vale dos Reis em
Luxor, ao sul de Cairo. Dentro dela um intricado sistema de encaixe guardava os
restos mortais do faraó e de seus tesouros. Primeiro uma caixa imensa toda
coberta em folhas de ouro, depois outra, e daí outra, e daí não sei mais
quantas, todas cobertas de ouro e decoradas com delicados desenhos. Dentro
dessas caixas estava um sarcófago em madeira folheado a ouro, e, dentro dele, o
sárcófago em ouro puro e pedras preciosas com a múmia do rei. As posses de
Tutancamon foram distribuídas em quatro alcovas dentro da tumba e incluíam toda
a sorte de objetos pessoais, armamentos, carruagens (folheadas a ouro, só pra
variar), e até comida em conserva. Um
pavilhão inteiro no Museu de Cairo exibe o tesouro de Tutancamon. Uma sala com
sistema de segurança extra é dedicada à exposição das jóias pessoais do rei.
Nunca vi tanto ouro junto na vida! Ouro que acabou rendendo ao faraó o título de "menino dourado" (golden boy) na era moderna.
Os breves anos de Tutancamon não foram o que se pode chamar dourados. Estudos de DNA sugerem que, em vida, Tut tava mais pra menino amarelo. Além de problemas congênitos comuns em filhos de relações incestuosas, o menino rei também sofria de malária. Subiu ao trono aos 9 e morreu aos 19 anos de idade.
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Durante nossa visita, o país era agitado pelas eleiçoes
presidenciais. O rosto de ambos
candidatos eram estampados em outdoors, muros
e paredes da cidade. Um era o representante do antigo regime ditatorial (boa coisa
não poderia ser), o outro, candidato da Irmandade Mulçumana, surpreendentemente
fazendo pose de pacifista. Lobo em pele de ovelha? O taxista que não cansava de
dar sua opinião sem ser pedido, disse
que o Egito tava mal das pernas, tendo que escolher entre o ruim e o pior. Eu
me pergunto se o país não acabou por escolher o pior. O presidente mulçumano tá
contando os dias pra que a nova constituição seja aprovada, o que deve ocorrer
em menos de duas semanas. O documento escrito às pressas dá plenos poderes ao soberano
e impõe a lei “Sharia” – lei mulçumana- como obrigatória no país. Mesmo com toda a algazarra promovida pelo
partido liberal, é bem provável que o presidente tenha o que quer. E aí o Egito
deixa oficialmente de ser democracia e passa a ser o novo Irã do Oriente Médio.
No centro da cidade, a famosa praça da revolução egípcia (Tahrir Square)
não podia ser ignorada. Durante nossa visita, vimos muita gente ainda acampada
na praça, talvez porque não tenham lugar melhor pra morar. O fato é que agora,
a praça está ocupada mais uma vez pelos que são contra o regime ditador que o
presidente mulçumano quer descer goela abaixo do povo com constituição e tudo. E
daí que mais de 100 mil pró-Islam foram às ruas pra apoiar a ditadura. O Islam
é terror, mas também é organização. Agora é que o turismo vai deixar de existir
mesmo. Viagem para o Egito só mesmo se estiver contemplando suicídio ou
martírio.
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| Praça da Revolução Egípcia |
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Mesquitas, ruínas e ruelas entrelaçadas ajudam a compor o intrigante cenário de Cairo. A cidade conquistada por differentes povos em mais de mil anos de história, exibe traços das differentes culturas que por aqui passaram, sobretudo na arquitetura. Mas os costumes atuais são moldados pelo islamismo, ainda que não considerado extremista no país. No tráfico barulhento e confuso, differentes tipos de transporte disputam espaço com gente e animais de carga. Parece-se um pouco com o caos indiano, mas sem vacas sagradas perambulando pelas ruas. Da janela de nossa condução, vemos mulheres usando burkas e véus. Vitrines de lojas exibem o mesmo tipo de figurino. Antes de deixar o hotel tinha decidido usar um véu também só pra não chamar muita atenção nas ruas. Na parada de um dos sinais de trânsito, uma senhora se aproxima e começa a falar em árabe comigo. Não entendo uma vírgula, mas passo algumas moedas pra mão dela. Ela sorri agradecendo e continua a falar em seu idioma materno que não faz sentido algum pros meus ouvidos. Quando continuamos a viagem o motorista explica que ela provavelmente pensou que eu era egípcia e tava me “abençoando” com palavras como “que Alá te faça ter muitos filhos pra que seu marido fique feliz contigo.” Pelo menos meu disfarce tava funcionando.
Construções inacabadas estão por toda a parte. O motorista nos conta que os prédios foram erguidos durante o período da revolução, quase três anos atrás, quando o governo não tinha tempo e disposição pra averiguar a expansão urbana ilegal. Até as terras às margens do Nilo, famosas por sua fertilidade, não foram poupadas. Onde predominava o verde de frutas e legumes, florescem os tons cinzentos de prédios nascidos do dia pra noite.
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Egito, essa exótica terra de faraós e pirâmides quase tão velhas quanto
o tempo. Terra em que o patriarca Abraão pôs os pés (Gen. 12), e em que a
família de Cristo buscou refúgio (Mat. 2:13-15). Terra em que o sonhador José
foi escravo, prisioneiro, e daí exaltado como o segundo governador depois do
próprio Faraó (Gen. 37-50). Terra em que Jacó e sua família foram alimentados
durante os sete anos de fome (47-50). Mágica
terra em que os filhos de Israel se transformaram em um povo tão numeroso que
os egípcios, alarmados, decidiram impor controle populacional ( infanticídio) e escravidão (Ex. 1). Terra em que
Moisés foi criado como rei e procurado como assassino fugitivo (Ex. 2-3). Terra que testemunhou os milagres de Deus e
que sofreu sob a forte mão do grande Jeová quando Ele libertou o povo
escolhido da escravidão (Ex. 7:14-12:51). Terra de bênçãos e de pragas. Foi constante tentação para os
israelitas durante o tempo de peregrinação no deserto ((Ex. 16:3; Num. 11:5,
etc.). Foi armadilha para Israel quando o povo decidiu confiar mais no braço
quebrado dos egípcios do que na mão poderosa de Deus(Isaiah 30:1-17; 31:1;
36:6; etc.). Terra que me lembra da grandeza e supremacia do SENHOR. Nada se
compara a Ele, nada subsiste sem Ele, nada ofusca a majestade Dele. O Egito e
todo o seu passado de glórias só foram possíveis com a permissão Dele. A Ele
pois, a glória eternamente (Romanos 11: 33-36).
Seria este um "ops!" de arquitetura ou um exemplo de arte moderna da era antiga?
A Pirâmide Torta tem esse nome por razões óbvias. A impressão que se tem
é a de que os construtores não tiveram material suficiente pra terminar o monumento
e decidiram dar um jeitinho inovador, alterando o modelo intencionado. O
resultado é essa estranha forma não muito coerente com a geometria avançada dos
Egípcios que mais parece coisa de arte moderna.
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| Pirâmide Vermelha, Necrópole de Dahshur |
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| Entrando na Pirâmide Vermelha |
Gigantescos mausoléus no meio do deserto. Não eram só os egípcios que
tinham (têm?) essa estranha relação com a morte. A terra dos faraós, no entanto, apresenta as mais inusitadas e grandiosas construções. A Grande Pirâmide
de Giza é a representação máxima da supremacia egípcia (em todos os sentidos),
mas complexos como Saqqara, Abusir, Dahshur e o Vale dos Reis em Luxor não
desapontam. De Saqqara a gente conseguia ver a Pirâmide Vermelha (Red Pyramid)
e a Pirâmide Torta (Bent Pyramid). Elas fazem parte da necrópole de Dahshur, a
mais ou menos oito km de distância de onde estávamos. Ambas foram construídas pelo faraó Sneferu, pai de Khufu (ou Queóps), o dono da Grande pirâmide
de Giza, lembra? Esses nomes egípcios podem ser tanto ou mais intrigantes que
os monumentos relacionados a eles.
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| Dentro da Pirâmide Vermelha |
Decidimos checar as tumbas de perto.
Pra entrar na Pirâmide Vermelha é preciso subir até ao meio do monumento
e então descer pirâmide adentro. O calor do lado de fora e o fedor do lado de
dentro desanimam, mas como quem tá no deserto é pra se queimar, vencemos ambos
obstáculos e fomos recompensados com a visão de um tesouro de arquitetura interna.
Imaginei como não teria sido esse lugar com os tesouros faraônicos
enterrados com a múmia de Sneferu. Esses faraós não pensavam pequeno mesmo.
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| Saindo da Pirâmide Vermelha |
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Ou os guias voluntários tinham jeito e cara de terroristas ou o sol já estava fritando meus miolos e meus nervos. A curiosidade, no entanto, era maior que o senso de preservação. Escolhemos o guia que nos pareceu menos perigoso e seguimos atrás dele. Andamos, andamos e nem sinal de pirâmide ou qualquer outra construção faraônica naquele cenário desértico de calor opressivo. Um cachorro magrela atravessa o nosso caminho. O primeiro ser vivo que encontramos depois de minutos que pareciam eternos. Encontramos, então, um outro grupo de homens mal encarados, vestidos em bata e turbante.
Nosso guia sai correndo. Meu coração dispara. Imagino assalto, violência, morte, e manchete de jornal (coisa de quem já foi jornalista um dia). Minha cabeça roda, roda, mas não consigo tirar os olhos do grupo que também nos olha dos pés a cabeça. Até que uma voz do além me tira do transe de medo. Era o guia, chamando por nós e apontando para alguma coisa no chão. Não precisou chamar duas vezes e lá estava eu correndo como se fosse atleta em direção ao homem que segundos atrás eu imaginava ter nos trazido para uma emboscada.
Um buraco no chão, protegido por grades obviamente arrombadas, era o ponto de chegada para o nosso tesouro.
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Olhando mais de perto, avistamos um pátio com colunas e bonitas pinturas em tons de vermelho lá embaixo. Parecia mesmo uma daquelas cenas de “Indiana Jones.” Descemos um morro de areia e encontramos um portão igualmente arrombado. Na placa ainda legível lia-se “Tumba de Ti,” também chamada de “Mastaba de Ti.” Mastabas são sepulturas reais em forma retangular, com estruturas subterrâneas. Elas antecedem ao formato de pirâmides. Nesta, achamos muito do que esperávamos encontrar nas famosas sepulturas triangulares. Hieroglifos, diversas pinturas nas paredes, e até uma estátua tamanho real do todo poderoso Ti (o faraó dono da tumba). Só depois descobrimos que a estátua era uma cópia. A original se encontra no Museu Egípcio de Cairo. Parte da estrutura me fez lembrar do formato interno da pirâmide menor de Giza, com passagens pequenas interligando as diversas câmaras ao “quarto” principal, onde a tumba era mantida. Era mesmo um tesouro enterrado no deserto. E a temperatura, muito mais convidativa do que o ar seco e delirante do lado de fora, nos convenceu a passar mais um tempinho admirando a sepultura faraônica.
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| O cenário perto de onde a gente achou a tumba de Ti. |
Fotos: Ken Rathbun & Wal Nascimento
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| Tumba (mastaba) de Ptah Hotep |
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| Djoser Complex |
De Abusir, percorremos uns 5 km até Saqqara, uma das maiores e mais impressionantes necrópoles egípcias.
No local há 16 pirâmides conhecidas e umas dezenas de mastabas (construções retangulares que antecederam o formato de pirâmides das sepulturas reais). A pirâmide de Netjerykhet Djoser (em formato de escada) é a estrela do sítio arqueológico. Outros imponentes monumentos estão por toda a parte. Nem querendo muito seria possível percorrer e explorar tudo num só dia. O brilho do sol refletindo na areia aumentava a sensasão de calor e eu que esqueci os óculos escuros, mal podia manter os olhos abertos. Uma a mais desculpa pra desistência antes mesmo de tentar. Curiosidade e espírito aventureiro provaram ser maiores e mais fortes, no entanto.
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| Dentro da Piramide de Teti |
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| Ao lado da tumba de Teti |
A maior parte das pirâmides estava fechada para o público, o que de certa forma resolveu o nosso problema de escolha sobre o que priorizar e o que deixar de fora. Tiramos fotos dos lugares fechados e fomos em busca das sepulturas com acesso permitido. Ofertas de “guias” nos eram feitas a cada minuto. A instabilidade política no Egito tem esmagado o turismo no país, e turismo é a segunda maior fonte de economia egípcia (a primeira é o canal do Suez). Com tal desastre econônico, a situação financeira de muitos é crítica. Os poucos turistas são fortemente disputados por uma multidão de vendedores, mendigos, “guias amadores” (quase sem nenhum conhecimento de inglês e muitas vezes sem conhecimento real dos parques arqueológicos). Muitos deles são crianças e é difícil não ter o coração quebrado quando se vê meninos e meninas debaixo daquele sol escaldante e de calor seco implorando por trabalho, qualquer que seja. Compramos um livro e entramos na primeira pirâmide aberta que encontramos (mais pelo calor do que pela curiosidade científica). A temperatura dentro da pirâmide era sensivelmente menor, um alívio! Só depois descobrimos que estávamos na pirâmide de Teti, primeiro faraó da VI Dinastia. Uma longa escada pirâmide abaixo nos deparamos com um corredor ligando pequenas câmaras a um quarto maior onde só o sepulcro de pedra e granito marcam o lugar de onde o sarcófago foi tirado. As câmaras menores eram onde os tesouros e mantimentos do rei tinham sido armazenados. Encontramos um arranjo similar em uma das pirâmides menores de Giza.
Na saída, observamos que a escada rumo acima nos parecia bem mais longa. Não muito longe dali, alguns guias nos prometiam mostrar um tesouro escondido ou proibido... Mas essa história eu deixo pra depois.
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| Entrada da pirâmide de Teti |
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| Netjerykhet Djoser Complexo. A pirâmide estava sendo restaurada. |
Decidimos explorar os ancestrais das piramides de Giza e alguns de seus sucessores. Começamos com relativamente nova Abusir, necrópole da Dinastia V (2994-2445 A.C.). O parque arqueológico estava fechado para o público. Ainda assim, a gente tentou tirar umas fotos do lado de fora e os guardas (armados) queriam que a gente pagasse pelas fotos. É nessas horas que a gente começa a falar em português . O complexo tem sete pirâmides concluídas e as fundações de uma que nunca foi acabada. De longe, a gente só conseguia ver os 3 maiores monumentos. O nome antigo de Abusir se refere a Osíris, deus dos mortos e da ressurreição na mitologia egípcia. O egyptologista Frank P. Roy diz que a qualidade do material utilizado nessas construções é inferior ao de gerações anteriores, o que revela certo declínio na economia e na influência do poder real do período.
Tava disfarçada de egípcia com o veuzinho pink.
O que seria o Egito sem as pirâmides do Egito? :) Seria ainda assim fascinante, mas não seria o mesmo com certeza. Considerada umas das 7 maravilhas do mundo antigo, a Grande (enorme!) pirâmide de Giza é a única dessa lista seleta listada
aqui ainda em existência. Foi construída pelo todo poderoso faraó Queóps. Tadinho. Ficaria num estado de nervos daqueles se descobrisse que o quase insignificante Tutancâmon é bem mais famoso do que ele na modernidade. Tudo porque os tesouros e até a múmia de Queóps não resistiram aos ataques dos caçadores de tesouro próximos de seu tempo. Provavelmente, a Grande pirâmide foi saqueada mais ou menos uns 800 anos depois da morte do soberano, bem antes de ser apresentada ao público moderno.
Como os demais faraós que o antecederam, Queóps acreditava ser deus. Acreditava também ser o favorito dos demais formadores do panteão egípcio. Os outros faraós tinham suas tumbas na base da pirâmide. Essa era a forma de representar que o faraó estava nos braços dos deuses. Queóps, que se achava o queridinho das divindades, quis sua tumba no alto da pirâmide e não exatamente no centro. Era a forma de ele dizer que estava no coração e não nas mãos dos deuses. Esse Queóps megalomaníaco...
A ponta da Grande Pirâmide sumiu. Dizem que era de ouro maciço. Dizem também que o restante do monumento era todo vestido de pedra sabão (um brilho só!). Uma das duas pirâmides menorzinhas ainda tem partes recobertas de pedra sabão. O reflexo da luz solar produz um brilho ofuscante. Fico imaginando aquele troço gigantesco com todo aquele brilho.
Muita matemática e engenharia avançada foram utilizadas na construção dessa maravilha. Tanto que até hoje cientistas não sabem dizer ao certo como foi que os egípcios fizeram pra por tanta pedra junta com tal simetria. Mais de 2 milhões de blocos gigantescos foram empregados. Os blocos de pedra variam de 1 a 2 1/2 toneladas de peso! Dizem os entendidos que a obra massiva levou cerca de 20 anos para ser completada com muito suor de cerca de 30 mil egípcios. Os trabalhadores não eram necessariamente escravos e sim voluntários que trabalhavam para conquistar a própria salvação já que acreditavam estar servindo a um deus. Eram escravos de uma (falsa) religião.
As duas pirâmides menores próximas a de Queóps são as de seu filho e a do neto (ou bisneto) que não quiseram ou não puderam fazer uma de igual estatura. O legal que, assim, de longe, elas parecem quase do mesmo tamanho.
Eu, meu amor e as pirâmides. Essa cara de cansaço se deve ao nosso amigo sol de lascar.
As fotos não fazem jus ao tamanho da GRANDE pirâmide. Só pra se ter uma idéia, seguem abaixo, algumas informações extraídas do site da revista mundo estranho da Abril.
TAMANHO É DOCUMENTO
Comparada com prédios e campos de futebol, a pirâmide sai ganhando
ALTURA - 147 metros
Equivale a - Prédio de 49 andares - o Copan, por exemplo, tem 140 metros
PESO DE 1 BLOCO - 2,5 toneladas
Equivale a - 3 Fuscas de 800 quilos
PESO TOTAL - 6,5 milhões de toneladas
Equivale a - 11,5 navios de carga carregados
ÁREA - 13 acres (52 598 m2)
Equivale a - 6 campos de futebol
Fotos: Ken Rathbun e Wal Nascimento.